Ourofino comemora 30 anos com nova fábrica de biotecnologia

11 mai 2017

Ourofino comemora 30 anos com nova fábrica de biotecnologia

Planta é símbolo do olhar arrojado da empresa para as tendências no mercado de sanidade animal

Há 30 anos, a rua Vicente Golfeto, no tradicional bairro Campos Elíseos, em Ribeirão Preto (SP), abrigava a recém-fundada empresa dos amigos e empreendedores Norival Bonamichi e Jardel Massari. Eles investiram tudo o que tinham para dar vida a um sonho: fundar seu próprio negócio. Na casa alugada, com 500 m², a Ourofino nascia com a fabricação de seu primeiro produto, o Trissulfin, antimicrobiano para combater infecções intestinais e respiratórias de aves.

Desde então, o Trissulfin passou a ser uma das 110 soluções veterinárias que atualmente compõem o portfólio da Ourofino Saúde Animal, empreendimento que se tornou a maior indústria veterinária brasileira. Com uma história marcada por ousadia e pioneirismo, depois de conquistar seu espaço no mercado de bovinos, aves, suínos e equinos, em 2000, os fundadores decidiram empreender no mercado de animais de companhia, com o lançamento de produtos para cães e gatos. Em 2011, o novo passo dado pela empresa foi a entrada da Ourofino no mercado de biológicos, com o início da comercialização da vacina Ourovac Aftosa, produzida em uma fábrica própria, localizada em sua atual sede, em Cravinhos (SP), local com 180 mil m².

No 1º de junho de 2017, a Ourofino Saúde Animal completou 30 anos de história como empresa que inovou em práticas do mercado de sanidade. Para marcar a data e a referência, a companhia apresenta ao mercado sua nova fábrica de biotecnologia, também construída em sua sede, para a produção de vacinas, incluindo as recombinantes que são a futura tendência do mercado de prevenção de doenças.

“Existe um conceito de que as vacinas importadas são melhores que as nacionais. Para acabar com esse mito, a Ourofino investiu na construção de uma planta moderna e pronta para o futuro deste mercado. Esta é a melhor e mais moderna fábrica de vacinas no Brasil”, comenta o diretor industrial Dan Artioli. A nova planta atende não apenas as exigências do mercado nacional, mas também as do norte-americano e do europeu. O investimento atende às demandas atual e futura do mercado de prevenção em sanidade animal para bovinos, suínos, cães e gatos.

“Esta é a melhor e mais moderna fábrica de vacinas no Brasil”

Dan Artioli

“A conquista contribui para a referência do Brasil na produção de insumos para o agronegócio mundial, à qualidade na relação com os pets e contempla estrutura, tecnologia e investimento em profissionais especializados. A prevenção é o futuro, afinal, a população mundial demanda por alimentos e, para atender ao consumo crescente, o pecuarista está atento para que o seu produto chegue mais cedo, com segurança e qualidade, ao mercado. Uma das grandes discussões atuais é a questão de carência e resíduo nos alimentos, a biotecnologia vem para suprir essa necessidade”, comenta o presidente da empresa, Jardel Massari.

A Ourofino se reimagina como indústria veterinária e amadurece junto com as demandas de seus clientes. Ao longo dos anos, os produtores rurais se profissionalizaram para atender as necessidades e alimentos e produtos da população. Já os donos de pets ficaram mais exigentes com o conforto e bem-estar na relação com seus animais. A nova fábrica leva a Ourofino para outro patamar no mercado de sanidade animal, em especial, para o mercado de animais de companhia, que ganharam representatividade diferente nas famílias brasileiras e são tratados com todo cuidado pelos donos.

O futuro é a biotecnologia

A fábrica permite trabalhar com processos de produção de biológicos tradicionais e recombinantes. “Temos conhecimento interno na equipe de PDI e parceiros internacionais para viabilizar novos produtos de acordo com o planejamento estratégico da empresa. Para fazer uma vacina são usados mais de um antígeno e temos a possibilidade tanto de trabalhar os antígenos separadamente como de fabricar o produto final que é a vacina”, explica a diretora de PDI, Sandra Barioni.

A tecnologia da indústria oferece flexibilidade para novas oportunidades de produção, com salas individualizadas para desenvolvimento de diferentes tipos de antígenos e vacinas, com sistemas de ar individualizados, que permitem que diferentes micro-organismos sejam trabalhados lado a lado, sem risco de interferência ou contaminação. A planta foi pensada para gerar o melhor fluxo de materiais e produtos, otimizando tempo e custos de produção.

O gerente industrial de Biológicos, Ricardo Ávalo, explica que a fábrica tem o que há de melhor em equipamentos. As máquinas de envase e a centrífuga de fluxo continuo vêm da Itália e da Alemanha. As autoclaves são argentinas. O piso também veio da Alemanha. E os biorreatores são de fabricação local, com desenho de engenheiros brasileiros especializados.

“O nível de construção e o de especificação técnica SÃO altos, garantindo uma fabricação totalmente controlada. Nossa estrutura conta com salas de produção de antígenos celulares e bacterianos, uma sala de matrizes das vacinas, pré-formulação, formulação, envase, quatro câmaras-frias, stage, área de almoxarifado e piso técnico”, explica.

O envase permite inicialmente a fabricação de frascos de 50 ml a 250 ml, com possibilidade de ajuste de envases para 1 ml a 500 ml. Os reatores variam de tamanhos entre 100 litros e 3.000 litros de capacidade. Na área externa, há ainda o sistema de água WFI, “water for injections”, em inglês, a água pura especial para produção de injetáveis, e uma ETE (estação de tratamento de efluentes).

Além da certificação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), todo o processo de fabricação foi aprovado pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). “Com a nova fábrica de biotecnologia, a Ourofino mais uma vez de adiantou às necessidades do mercado veterinário”, conclui o presidente e sócio-fundador, Jardel Massari.

Raio-x

  • 6.842,00 m² de área construída, sendo 4.554,00 m² dedicados para a produção
  • Nível 2 de biossegurança
  • Plataforma de produção de antígenos celulares e bacterianos
  • Áreas dedicadas para banco de sementes matrizes e de produção
  • Área de formulação e envase: formulações aquosas, emulsões e suspensões
  • Capacidade de envase variável de frascos entre 1 ml a 500 ml
  • Produção de 6.500 frascos de 100 ml por hora
  • Segmentação de um sistema de ar por sala nas áreas de produção
  • Alta flexibilidade e prevenção de contaminação cruzada

Há 30 anos, a rua Vicente Golfeto, no tradicional bairro Campos Elíseos, em Ribeirão Preto (SP), abrigava a recém-fundada empresa dos amigos e empreendedores Norival Bonamichi e Jardel Massari. Eles investiram tudo o que tinham para dar vida a um sonho: fundar seu próprio negócio. Na casa alugada, com 500 m², a Ourofino nascia com a fabricação de seu primeiro produto, o Trissulfin, antimicrobiano para combater infecções intestinais e respiratórias de aves.

Desde então, o Trissulfin passou a ser uma das 110 soluções veterinárias que atualmente compõem o portfólio da Ourofino Saúde Animal, empreendimento que se tornou a maior indústria veterinária brasileira. Com uma história marcada por ousadia e pioneirismo, depois de conquistar seu espaço no mercado de bovinos, aves, suínos e equinos, em 2000, os fundadores decidiram empreender no mercado de animais de companhia, com o lançamento de produtos para cães e gatos. Em 2011, o novo passo dado pela empresa foi a entrada da Ourofino no mercado de biológicos, com o início da comercialização da vacina Ourovac Aftosa, produzida em uma fábrica própria, localizada em sua atual sede, em Cravinhos (SP), local com 180 mil m².

No 1º de junho de 2017, a Ourofino Saúde Animal completou 30 anos de história como empresa que inovou em práticas do mercado de sanidade. Para marcar a data e a referência, a companhia apresenta ao mercado sua nova fábrica de biotecnologia, também construída em sua sede, para a produção de vacinas, incluindo as recombinantes que são a futura tendência do mercado de prevenção de doenças.

“Existe um conceito de que as vacinas importadas são melhores que as nacionais. Para acabar com esse mito, a Ourofino investiu na construção de uma planta moderna e pronta para o futuro deste mercado. Esta é a melhor e mais moderna fábrica de vacinas no Brasil”, comenta o diretor industrial Dan Artioli. A nova planta atende não apenas as exigências do mercado nacional, mas também as do norte-americano e do europeu. O investimento atende às demandas atual e futura do mercado de prevenção em sanidade animal para bovinos, suínos, cães e gatos.

“A conquista contribui para a referência do Brasil na produção de insumos para o agronegócio mundial, à qualidade na relação com os pets e contempla estrutura, tecnologia e investimento em profissionais especializados. A prevenção é o futuro, afinal, a população mundial demanda por alimentos e, para atender ao consumo crescente, o pecuarista está atento para que o seu produto chegue mais cedo, com segurança e qualidade, ao mercado. Uma das grandes discussões atuais é a questão de carência e resíduo nos alimentos, a biotecnologia vem para suprir essa necessidade”, comenta o presidente da empresa, Jardel Massari.

A Ourofino se reimagina como indústria veterinária e amadurece junto com as demandas de seus clientes. Ao longo dos anos, os produtores rurais se profissionalizaram para atender as necessidades e alimentos e produtos da população. Já os donos de pets ficaram mais exigentes com o conforto e bem-estar na relação com seus animais. A nova fábrica leva a Ourofino para outro patamar no mercado de sanidade animal, em especial, para o mercado de animais de companhia, que ganharam representatividade diferente nas famílias brasileiras e são tratados com todo cuidado pelos donos.

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