25 fev 2019

Ourofino Saúde Animal promove qualidade da silagem com o novo produto SilageSeal®

O custo com a alimentação dos bovinos é um dos mais representativos da cadeia pecuária, entre 60% e 70% nos sistemas de produção mais intensos, segundo Luiz Orcirio de Oliveira, pesquisador especialista em nutrição da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) Gado de Corte de Campo Grande (MS). Para ajudar a tornar o processo mais qualitativo e evitar perdas na silagem, a Ourofino Saúde Animal disponibiliza ao mercado o SilageSeal®.

À base de poliamida protegida, o produto é um filme multicamadas que barra de maneira eficaz a entrada de oxigênio na matéria seca a ser ofertada aos animais, fator que impacta positivamente na qualidade nutricional do alimento.

No Brasil, predomina o sistema de pastagens; ainda segundo informações da Embrapa, é adotado em 95% das propriedades. Luiz pontua que a silagem é muito utilizada em períodos de escassez de pasto. Nas propriedades de pecuária leiteira pode significar 50% da alimentação fornecida. Já na pecuária de corte, é a fonte principal de animais criados em confinamento, o que representa algo em torno de 11% na atividade nacional. Condições que para Janielen da Silva, analista técnica da Ourofino Saúde Animal, tornam o SilageSeal® “uma solução completamente alinhada às necessidades nacionais”.

É dos pastos que surge a silagem, matéria seca proveniente do longo processo de ensilagem: colheita das forrageiras, transporte, compactação, fechamento, fermentação, retirada e o fornecimento do produto aos animais. Se alguma das etapas não for cumprida com o máximo de eficiência, é possível que o investimento feito suba consideravelmente por conta de perdas no total reservado.

De acordo com Janielen, é na hora do fechamento que os pecuaristas mais erram. “É comum observar que os produtores se dedicam na preparação do solo, escolhem os melhores fertilizantes, no entanto, optam por lonas de baixa qualidade para a cobertura, apenas com o objetivo de economizar”, explica.

A especialista afirma ainda que alguns institutos de pesquisa apontam que a economia inicial se transforma em prejuízo. “A Universidade do Kansas, por exemplo, mostrou como ocorrem as perdas de matéria seca em um experimento com um silo de 90 cm, que após seis meses de vedação passou a ter apenas 55 cm.” Entre as causas para a redução está o CO2 e a deterioração proveniente do armazenamento incorreto.

E ela diz mais: “foi possível estabelecer a relação de que para cada 1 cm de perdas visíveis no silo, existem mais 3 cm de perdas não visíveis, provocada por gases”.

Além do bolso do pecuarista, a saúde dos animais também pode ser afetada quando se tem uma silagem mal preservada e sem armazenamento adequado.  Os efeitos disso vão desde o baixo consumo do alimento e menor eficiência produtiva dos bovinos até à queda da imunidade, que pode levar a maior incidência de doenças, provocadas por fungos capazes de produzir microtoxinas prejudiciais ao bem-estar.

“Com o intuito de reimaginar a saúde animal, a Ourofino busca cada vez mais ofertar soluções que facilitem a operação nas propriedades. Com o SilageSeal® é possível diminuir o descarte da silagem, melhorar o retorno econômico dos pecuaristas e preservar a capacidade nutricional do alimento, entre outras vantagens”, pontua Janielen.

O pesquisador da Embrapa reforça que a silagem é uma alternativa interessante nos períodos de seca, pois mantém a produtividade e a receita. “É um excelente material alimentar para os rebanhos, e de grande valor nutricional. Seja na pecuária de corte, seja na pecuária leiteira, a silagem é sempre muito interessante e viável”, diz Luiz.

Mais informações sobre o produto e aos aspectos técnicos de conservação da silagem podem ser consultadas no aplicativo Ourofino Saúde Animal, disponível para download gratuito na Apple Store e na Play Store.

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